quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Após duas goleadas de 6 a 1, Brasil 'pega leve' em vitória sobre Honduras

Boschilia brasil x honduras (Foto: Getty Images)

Depois de aplicar duas goleadas por 6 a 1 (Eslováquia e Emirados Árabes) e conseguir a classificação antecipada para as oitavas de final do Mundial sub-17, a seleção brasileira manteve os 100% de aproveitamento e mostrou, na tarde desta quarta-feira, que chega forte para buscar o tetracampeonato. Em confronto realizado no Emirates Stadium, em Ras Al-Khaimah, nos Emirados Árabes, o time do técnico Alexandre Gallo venceu Honduras por 3 a 0 e fechou a última rodada na liderança isolada do Grupo A, com nove pontos. Com dois gols, Boschilia foi o grande destaque. Caio Rangel completou.
Nas oitavas de final, o Brasil enfrentará um dos terceiros colocados dos Grupos C, D e E. Mesmo com a derrota, Honduras acabou classificada. Isso porque a Eslováquia, que venceu os Emirados Árabes por 2 a 0 e também chegou a quatro pontos, ficou com saldo menor.
Como era esperado, o Brasil começou a partida melhor que Honduras. Muito mais técnica, a seleção dominou o meio de campo e teve a maior posse de bola. Assim, o primeiro lance de perigo aconteceu logo aos três minutos. Após escanteio, o zagueiro Lucas subiu alto e cabeceou no travessão. A pressão surtiu efeito aos 14. Boschilia aproveitou uma cobrança de falta na entrada da grande área e mandou a bola no canto direito do goleiro Hernandez, que não teve como defender: 1 a 0.
Recuada, a seleção de Honduras buscava o erro brasileiro para tentar um contra-ataque, mas não conseguiu e quase levou o segundo aos 32. Nathan arrancou pela direita, fez fila na defesa e bateu colocado, tirando do goleiro. A bola passou rente à trave. Seria um golaço! Nesse momento, o Brasil tinha 81% de posse de bola. Aos 44, a rede balançou mais uma vez. Nathan avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Boschilia marcar mais um.
Assim como na etapa inicial, o segundo tempo foi brasileiro. Aos 20, o time chegou ao terceiro gol, com Caio Rangel, que foi lançado na grande área e chutou forte. Após o lance, o time diminuiu um pouco o ritmo e só voltou a assustar Honduras aos 38. Keneddy caiu pela direita, puxou para o meio e chutou de canhota. A bola passou raspando a trave. Sabendo do resultado da Eslováquia no outro jogo do grupo, Honduras recuou ainda mais e esperou o apito final para sair de campo comemorando a classificação.
fonte: globoesporte.com

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Fla x Bota: setor Oeste esgota, e restam apenas ingressos a alvinegros

Fila ingressos Flamengo x Botafogo Maracanã (Foto: Thiago Benevenutte)

A torcida do Flamengo não tem mais como comprar ingresso para a partida contra o Botafogo, nesta quarta-feira, às 21h50m, no Maracanã. Os bilhetes do setor Oeste, misto, foram esgotados no começo da tarde e restam apenas entradas para o setor Sul, destinados exclusivamente aos torcedores alvinegros. A compra deve ser efetuada na bilheteria 1, localizada ao lado do Maracanãzinho. O duelo é válido pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil.
Até a noite da última terça-feira, 45 mil ingressos haviam sido comercializados. Faltavam pouco menos de mil bilhetes para o setor Oeste, que acabaram rapidamente nesta quarta-feira. A carga total de entradas disponíveis é de 71.131.
A concessionária que administra o estádio, por nota, fez um apelo para que todos os torcedores cheguem cedo ao Maracanã, para evitar aglomeração do lado de fora. Os portões serão abertos às 18h50m. O pedido se estende para aqueles que precisam pegar entrada da gratuidade para assistir ao clássico.
No duelo de ida, no mês passado, houve empate entre os times por 1 a 1. Se houver nova igualdade, por qualquer placar, haverá decisão por pênaltis. Quem vencer avança para as semifinais da Copa do Brasil e pegará o vitorioso do confronto entre Vasco e Goiás.
fonte: globoesporte.com

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Apoteótico: time e torcida do Fla voltam a vibrar juntos no Maracanã

Flamengo, Maracanã (Foto: Alexandre Vidal)

Vozes que viram braços e empurram. Que impulsionam um time com reconhecidas limitações, mas fazem do impossível algo palpável. Foram 53 mil rubro-negros no Maracanã na noite desta quarta-feira. Pareciam muito mais. A velha e boa casa, agora moderna e bem cuidada, continua acolhedora e mágica. Foi apenas o terceiro jogo do Flamengo no palco reconstruído. Antes, o time enfrentara Botafogo e Fluminense no Brasileirão. Pela segunda vez, o Rubro-Negro mandou uma partida desde o seu retorno ao estádio, mas o melhor jogador do time esteve nas cadeiras. Coube a Elias o gol decisivo da vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, que fez a equipe de Mano Menezes avançar às quartas da Copa do Brasil (assista ao vídeo), mas é inegável : o golaço foi marcado fora de campo.

Houve irritação e algumas vaias após alguns erros, principalmente de André Santos e Carlos Eduardo, mas quase 90 minutos de apoio. Ora com vozes, ora com mãos tremendo em clima de suspense, os torcedores do Flamengo não desistiram da classificação nem por um instante. Não houve desânimo. Ninguém arredou o pé antes que a bola entrasse. A impressão que se tinha é de que seria assim até o gol sair. Se precisso fosse, amanheceriam lá. Homens, mulheres e crianças à espera daquilo que foram buscar: vitória e vaga.  

O relógio foi cruel. Apressado, fez o primeiro tempo passar quase sem ser notado. Foram 45 minutos de muita pressão, mas de pouca eficiência do Flamengo diante da forte defesa cruzeirense. Além disso, alguns sustos com o ataque celeste. Seria preciso gritar mais na etapa final, fazer os jogadores correrem como nunca, cantar em volume máximo. Foi exatamente isso. Chance atrás de chance, o Rubro-Negro batia e voltava contra os zagueiros rivais. Aos 20 minutos, o grito de gol até saiu, mas rertornou rápido e amargo para a garganta. Moreno fez falta no goleiro Fábio, Carlos Eduardo completou para a rede, mas a arbitragem anulou corretamente. Nove minutos depois, silêncio ensurdecedor. Vinícius marcou para o Cruzeiro, que também teve o lance anulado de maneira acertada. 

Algo dizia que aquela comemoração efusiva dos torcedores do Flamengo com a notícia da escalação de Elias teria algum fundamento. Vê-lo em campo deu confiança, trouxe a garantia de que seria possível. Mesmo que ela não se confirmasse. Aos 43 minutos do segundo tempo, o volante e os 53 mil rubro-negros festejaram juntos. Jogada de Paulinho pela direita, cruzamento rasteiro para a área, chute colocado, curva venenosa, e gol de vitória e classificação.

Aos 43. Foi assim também em 2001, na decisão do Carioca contra o Vasco. No velho Maracanã, o gol de falta de Petkovic desmontou o adversário. Um a um, eles caíam em campo incrédulos e desanimados. Desta vez foram os cruzeirenses que levaram um soco no estômago.
A torcida do Flamengo, enfim, voltou ao Maracanã. Agora, aguarda uma decisão da diretoria sobre o futuro do time no estádio. A possibilidade de mandar jogos em Brasília ainda existe, já que a relação com o Consórcio Maracanã S.A não é das mais amistosas. O Mané Garrincha, em Brasília, principal casa da equipe no Brasileirão, também está cotado.  Após a partida, Mano Menezes mostrou-se grato e encantado com os torcedores, mas reconheceu que a sintonia depende muito do desempenho do time.    
- Nós vamos jogar o próximo jogo do Brasileiro aqui no Maracanã (contra o Vitória, dia 4 de setembro). Só é possível manter a magia, a empatia com o torcedor, repetindo isso. Aí ele se indentifica com a equipe, empurra mesmo, tem um amor muito grande por quem veste a camisa do seu clube. Estamos aqui para isso. Sabemos das limitações, que não somos os melhores da temporada ainda, mas podemos crescer e nos transformar. Em competições como essa, você precisa ser só melhor na hora que enfrenta o adversário. Não precisa ser o melhor o mês todo. Assim como fomos melhores que o Cruzeiro – disse o treinador rubro-negro, que afirmou que seria um pecado que o público voltasse para casa sem a vaga.
Nas quartas de final, o Flamengo vai enfrentar o Botafogo, que eliminou o Atlético-MG no Independência. Os jogos serão nos dias 23 e 30 de outubro.
fonte: globoesporte.com

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vasco e Corinthians serão julgados na quarta por briga de torcidas

mané garrincha briga vasco x corinthians (Foto: DIDA SAMPAIO/Agência Estado)


Vasco e Corinthians serão julgados na próxima quarta-feira pela 3ª Comissão Disciplinar do STJD em razão dos conflitos ocorridos na partida entre as duas equipes, no último domingo, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A denúncia foi oferecida pela Procuradoria da entidade nesta quinta-feira, e as possíveis penas são perda do mando de campo de uma a dez partidas, disputa dos jogos com portões fechados e multa que vai de R$ 100 a R$ 100 mil.
Os clubes responderão pelo artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de deixar de tomar providências capazes e prevenir ou reprimir desordens ou invasão do campo. E também pelo artigo 191, que fala da obrigação legal dos clubes em um evento esportivo. No último domingo, integrantes de torcidas organizadas das duas equipes brigaram na arquibancada do estádio. No fim da partida, um torcedor do Vasco invadiu o campo.
– Eu estou fundamentando a denúncia apresentada nesta quinta nos artigos 213 e 191. Eu também vou fazer um requerimento para que os clubes joguem com portão fechado ou semi-aberto, que é quando o visitante tem direito de ter a sua torcida no estádio – afirmou o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt.
A denúncia foi oferecida com o pedido para que, caso a pena seja perda do mando de campo, ela seja cumprida sem a presença da torcida do clube infrator. Isso porque a lei prevê que o clube punido dessa maneira possa atuar a uma distância de, no mínimo, 100 quilômetros de seu estádio. Assim, isso evitaria que Vasco ou Corinthians cumprissem a pena atuando, por exemplo, novamente em Brasília com seus torcedores.
– Obviamente, o Vasco por ter sido o mandante, tem em tese maior responsabilidade. Mas isso vai depender dos auditores que julgarão o caso. Após o resultado, certamente os clubes vão recorrer. Por isso, eu acredito que a eventual punição deverá sair daqui a uns 20 dias – observou Paulo Schmitt.
fonte: globoesporte.com

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Liderança e competência: Elias e Seedorf conduzem times no clássico

Elias e Seedorf Flamengo x Botafogo (Foto: Fabio Castro / Ag. Estado)

O primeiro tempo do clássico foi do Botafogo. Mais organizado, impetuoso e criativo. O segundo do Flamengo. Disposto, insinuante, persistente. Saíram iguais do Maracanã. No empate por 1 a 1, neste domingo, pela nona rodada do Brasileirão, cada etapa teve seu protagonista. Seedorf, como de hábito, conduziu o Alvinegro. Enquanto Oswaldo de Oliveira comandava a equipe como um lorde à beira do campo, lá dentro o holandês gesticulava muito, distribuía orientações, elogiava e criticava os companheiros. O camisa 10 também jogou pela primeira vez no Maracanã. E muito. Dribles, passes precisos, visão de jogo apurada como sempre, uma bola na trave e assistência para o gol de Rafael Marques.
Elias não é cerebral e talentoso como Seedorf, mas se entrega e tem postura de um líder. Jogador mais constante do Rubro-Negro segundo o técnico Mano Menezes, mesmo quando não está num grande dia é útil ao time e consegue sobrar perto dos companheiros. E no clássico, Elias conseguiu ir além. Foi dele o gol de empate, aos 49 minutos do segundo tempo. Antes, porém, marcou outros dois que foram anulados pela arbitragem.  
A dupla teve números parecidos no confronto e cada um se destacou nas funções que desempenham. Seedorf finalizou mais, quatro vezes contra duas de Elias. O camisa 8 do Flamengo roubou mais bolas: quatro contra três do craque alvinegro. No primeiro tempo, Seedorf fez o Botafogo jogar. Com controle do time e do jogo, ditou o ritmo. Acelerou e diminuiu a organização das jogadas como quis. Nem pressa, nem lentidão. Com ele é sempre no tempo preciso. Os 37 anos e o prestígio mundial também dão ao holandês a experiência para tentar conduzir a arbitragem. Foram muitas as conversas ao pé do ouvido com o juiz Péricles Bassols Cortez. O técnico Mano Menezes chegou a chamá-lo de “palestrante” na entrevista coletiva após o clássico.
No segundo tempo, inversão de papéis. Seedorf não jogou mal, mas viu o Botafogo se encolher contra um Flamengo muito mais disposto e faminto por um gol. Elias apareceu mais. Não só pelos três gols, dois anulados e um validado, mas pela capacidade de deixar a tarefa de defender de lado para criar e concluir. Recompensado, caiu nos braços dos rubro-negros com seu primeiro gol no novo Maracanã e livrou o time da derrota. Coberto por afagos dos torcedores na comemoração, também foi celebrado por Mano Menezes.
- Elias está voltando a jogar comigo o que jogou no Corinthians em 2008 e 2009, quando trabalhamos juntos. É esse jogador, tem essa capacidade de defender e atacar, muito rápido, defende bem, se junta aos homens de frente. Hoje, nos brindou com algo que não é muito comum em sua carreira. Não estamos em condição de escolher. Pode ser com ele o gol.
Tem sido constante. Por isso que confio nesse tipo de jogador. Já trabalhei com ele, sei da capacidade. Precisa estar bem fisicamente como está para fazer essa função que exige muito do jogador. Quando se tem um jogador completo como ele, tem que aproveitar essa condição de diferenciação em relação aos outros.
O resultado considerado justo pelos treinadores e jogadores não foi lá muito bom para ninguém. O Flamengo continua em 15º, com dez pontos. O Botafogo, com 17, é o terceiro, e perdeu a chance de liderar o Brasileirão.
fonte: globoesporte.com

domingo, 28 de julho de 2013

Soberano, Cielo leva os 50m borboleta e conquista o bicampeonato mundial

Cesar Cielo ouro 50m borboleta Mundial (Foto: Satiro Sodre / SSPress)


Foram duas cirurgias, muitas críticas e dúvidas. Algumas que partiam dele mesmo. Mas, Cesar Cielo passou por cima de tudo e pode colocar em prática o que sonhou antes de cair na água em Barcelona para a final dos 50m borboleta: a comemoração. Cielo bateu no peito, agradeceu aos céus. Afinal de contas, o brasileiro agora é bicampeão mundial da prova. Em disputa equilibrada, "Cesão" marcou 23s01, abaixo do tempo conseguido nas semifinais, mas o suficiente para ficar à frente do americano Eugene Godsoe, com 23s05, e do terceiro colocado, o francês Frederick Bousquet, com o tempo de 23s11. Outro brasileiro na prova, Nicholas Santos, que foi para a final com o melhor tempo (22s81), ficou em quarto lugar, fora do pódio, com 23s21.

- Sinceramente, se o mundo acabasse hoje, eu estarei feliz. Se eu não nadasse mais, estaria feliz. Agora, eu vou me divertir. Quando era menino, eu não imaginava que fosse chegar aqui. Devo tudo a minha família, aos meus amigos. A gente imagina, coloca as coisas na cabeça. Antes da prova, brinquei, pensando em como celebrar, se ganhasse. Mas pensei, e se ficasse em quinto, sexto? A gente fica nervoso, ansioso, imagina o pior, o melhor, é um humano normal. É a minha décima medalha de mundial, a quinta vez que sou campeão mundial de longa - disse Cielo, emocionado.

Nicholas Santos, favorito para prova depois do melhor tempo nas semifinais, largou melhor, na frente. Entre ele e Cielo, em segundo, também estavam o francês Bousquet e o americano Eugene Godsoe. Na reta final da prova, Cielo disparou para o ouro e o bicampeonato. Deixou para trás os três rivais, e ainda viu, na raia ao lado, Nicholas diminuir o ritmo e ser atropelado pelos rivais, ficando fora do pódio.

Ao bater a mão na borda da piscina, já praticamente com a certeza do ouro, Cielo agradeceu aos céus. O caminho para o bicampeonato mundial nos 50m borboleta não foi fácil. Foram duas cirurgias, uma em cada joelho. Algumas críticas, e várias dúvidas sobre o seu desempenho nas próximas competições, muitas pelos resultados abaixo do esperado nas Olimpíadas de Londres, no ano passado, quando conquistou apenas o bronze nos 50m livre.
Mas o paulista, de 26 anos, e dono de um ouro olímpico nos 50m livres, em Pequim 2008, não desistiu. Em fevereiro, voltou a trabalhar com o seu antigo técnico, o australiano Brett Hawke. E o resultado veio agora, com mais um título mundial, repetindo o feito conseguido em Xangai, na China, em 2011, com o tempo de 23s10.
- Ainda não sei o gosto desse ouro. É díficil pensar agora. É muita coisa na cabeça. Muitos sentidos, emoções - finalizou Cielo, que agora chega mais leve para as eliminatórias dos 50m livre, sua prova forte e em busca do tricampeonato mundial, em disputa direta com o francês Florent Manaudou, que o bateu em Londres 2012.
Resultado
50m borboleta masculino
1º - Cesar Cielo (BRA) - 23s01
2º - Eugene Godsoe (EUA) - 23s05
3º - Frederick Bousquet (FRA) - 23s11


fonte: sportv.globo.com

terça-feira, 18 de junho de 2013

Belfort, sobre disputar o título: 'Acho que eu fiz tudo o que era necessário'

UFC Vitor Belfort e Luke Rockhold (Foto: Agência Getty Images)


Vitor Belfort já achava que merecia disputar novamente o cinturão dos médios (até 84kg) antes mesmo de nocautear Luke Rockhold no primeiro round em Jaraguá do Sul-SC, como declarou em entrevista ao Combate.com. Após bater o americano, no entanto, ele preferiu não entrar diretamente no assunto e afirmou, também à reportagem, apenas que já se sentia detentor de um cinturão. Com a ideia mais madura um mês depois do último duelo, Belfort agora voltou a dizer que já fez o necessário para ganhar nova chance e se defendeu em relação à venda de lutas:
- Todo mundo quer lutar pelo título, e eles querem chegar lá vendendo lutas, escolhendo lutas, falando besteira no Twitter. Não estou dizendo que eles estão errados. É um estilo. Não estou criticando ou julgando, porque eu não tenho esse direito. Mas tenho o direito de trabalhar duro e pedir às pessoas para reconhecerem esse trabalho. É assim que quero chegar ao topo, e acredito que cheguei lá. Acho que eu fiz tudo o que era necessário - disse ao site americano "MMA Junkie".
Na primeira oportunidade que teve, em fevereiro de 2011, Vitor foi nocauteado pelo campeão da categoria, Anderson Silva. Desde então, fez a festa na divisão: nocauteou Yoshihiro Akiyama no primeiro round, finalizou Anthony Johnson, também no primeiro, e nocauteou Michael Bisping no segundo assalto, antes de bater Rockhold. Sem pedir nada, ele aguarda a posição do UFC:
- Dana White, Lorenzo Fertitta, eles são promotores, e eu os respeito muito. Neste momento, não ouvi nada deles e não sei o que está acontecendo, mas eu servi à organização muito bem. Estou lutando em eventos princiais, vencendo lutas, chocando todo mundo. Estou lá, e eles sabem disso. Agora é esperar para ver se fiz o suficiente.
O cinturão dos médios estará em disputa no UFC 162, em Las Vegas, dia 6 de julho, quando o Spider tentará defendê-lo pela 11ª vez consecutiva. Vitor já declarou sua torcida pelo compatriota.
fonte: sportv.globo.com