segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sheik revê Caruzzo e diz que voltaria a mordê-lo: 'Faço o que precisar'

Emerson e Caruzo, Corinthians x Boca Juniors (Foto: Marcos Ribolli  / Globoesporte.com)



Por essa, Emerson Sheik não esperava. Após infernizar o zagueiro Caruzzo na decisão da Taça Libertadores do ano passado, o atacante corintiano não imaginava reencontrar o inimigo tão rapidamente. Menos de um ano depois da troca de “gentilezas” entre os rivais no Pacaembu, o corintiano e o jogador do Boca Juniors vão travar novo duelo nesta quarta-feira, em La Bombonera, pelo primeiro jogo das oitavas de final da competição internacional.
- Foi sem querer a mordida. Mas agora é outro jogo. Não tem nenhum outro tipo de sentimento - disse Sheik, no embarque do time para a Argentina, nesta segunda-feira.
Questionado se voltaria morder Caruzzo, Emerson disse:
- Faço tudo o que precisar para vencer.
Caruzzo continua como titular da defesa do Boca, enquanto Sheik se consolidou após um período de altos e baixos e retomou seu espaço na equipe de Tite – deixando até Alexandre Pato no banco de reservas. Por isso, o reencontro deve mesmo ocorrer. Nenhum dos dois lados falou sobre o caso, nem criou polêmica. Por enquanto, ficam os resquícios de 2012.
Na época, o duelo caminhava com tranquilidade até Sheik marcar os dois gols que deram o título da Libertadores ao Corinthians. O atacante alvinegro alegou que levou duas cusparadas de Caruzzo e teve de responder na mesma moeda – ainda que de forma inusitada. Em uma disputa de bola, Sheik mordeu a mão do rival.
– A ideia era que fosse um duelo honesto, mas por duas vezes ele cuspiu em mim. Eu pensei: “Como vou matar esse cara?”. Não poderia dar um soco, perder a cabeça. Fiz ele provar do próprio veneno. Eles (argentinos) gostam de fazer isso, e fiz com eles – disse Emerson, logo após aquela decisão.
Por várias vezes, o confronto chegou a ficar cômico. Com a vantagem do Timão no placar, Sheik se soltou e passou a provocar Caruzzo. A cada dividida mais dura, o corintiano se levantava e gesticulava como se estivesse tremendo de medo do rival. A disputa ainda rendeu um apelido do corintiano ao “amigo”.
– Eu só falava “boludo” (idiota) porque achava bonita a palavra (risos).
Ele só não imaginava que teria de encontrar Caruzzo tão cedo. Desta vez, porém, ele terá nomes como Guerrero e Romarinho para dividir as atenções em La Bombonera.
fonte: globoesporte.com

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sada Cruzeiro bate o Sesi-SP e está de novo na final da Superliga

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Três vezes Sada Cruzeiro. O time mineiro fez história neste sábado, ao garantir-se pela terceira vez consecutiva na decisão da Superliga Masculina, agora pela temporada-2012/13.

A classificação veio com a vitória sobre o Sesi-SP, no Ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo (SP), por 3 sets a 0. As parciais foram de 25-22, 25-23 e 36-34. O Sada Cruzeiro fechou o playoff em melhor de três jogos em 2 a 0.

O atual campeão do torneio espera agora a definição do confronto entre Vivo/Minas e RJX, cujo segundo jogo ocorre na noite deste sábado. O time carioca lidera o confronto por 1 a 0.

William Arjona, Wallace, Serginho & cia. estarão novamente na principal partida do vôlei masculino brasileiro, que desta vez será disputada no dia 14 de abril, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ). No ano passado, vitória sobre o Vôlei Futuro, em São Bernardo (SP). Em 2011, no Mineirinho (MG), derrota contra o próprio Sesi-SP.

O JOGO

Apesar de ser o início do segundo jogo da série, o primeiro set da partida deste sábado poderia muito bem ser a quarta parcial do jogo de Contagem (MG).

O Sada Cruzeiro manteve a eficiência que já mostrara na semana passada, com poucos erros. Já o Sesi-SP, viu-se obrigado a forçar o saque para tentar quebrar o passe do rival, o que não funcionou.

Sempre à frente no marcador, o time mineiro fechou o set aproveitando-se de novo erro no serviço paulista - agora do oposto Lorena -, 25 a 22, em 32 minutos.

No segundo set, time comandado por Giovane Gávio enfim deu as caras na semifinal da Superliga Masculina. Errando em menor proporção, o Sesi-SP manteve-se na liderança até a metade da parcial.

Mas o saque do levantador William Arjona e a rede composta por Douglas, Wallace e Filipe tiraram a desvantagem que era de 15 a 12. De quebra, ainda colocaram o Cruzeiro à frente na parada técnica: 16 a 15.

No fim do set, prevaleceu novamente o maior volume do time cruzeirense. Com um ataque do oposto Wallace - principal atacante do Sada -, a equipe fechou o set em 25 a 23 e ficou a uma parcial da final da Superliga.

O terceiro set teve uma tônica muito semelhante à apresentada na parcial anterior. O Sesi-SP iniciou melhor e rapidamente abriu uma vantagem no marcador.

Diferentemente do que aconteceu no segundo set, no entanto, a equipe paulista conseguiu manter-se à frente, sobretudo pela boa atuação de Lorena. Ele foi o responsável tanto pela maioria dos pontos importantes no ataque, quanto por desestabilizar a recepção cruzeirense.

Mas foi o próprio oposto que falhou no momento decisivo. Lorena teve a bola do set, quando o Sesi-SP vencia por 24 a 23, mas seu ataque parou na rede. Errou também um ataque quando o placar mostrava 28 a 28. Erros que custaram caro.

O Cruzeiro mostrou, em seguida, por que não se pode dar uma segunda chance a um time duas vezes finalista do maior torneio do país. Após demorada troca de pontos, que prolongou o set a mais de 40 minutos, o saque forçado de Maurício tirou o passe da mão de Sandro. Mão jogou o ataque longe e selou o destino de ambos: Sesi eliminado, e Sada Cruzeiro - com 36 a 34 -, em sua terceira final seguida.
fonte: lancenet.com.br